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| Encontros de Dramaturgia Encontros de Dramaturgia O fazer, a teoria e o estudo da dramaturgia através das obras dos grandes mestres RSS Home Teoria Oficina de dramaturgia Reflex?es Calixto de Inhamuns Cássia Guindo Studio Arte Viva Textos teatrais downloads Calixto de Inhamuns Luís Alberto de Abreu Martins Pena Artur Azevedo Mill?r Fernandes Fran?a Júnior Qorpo Santo Autores nacionais Mestres da dramaturgia universal Autores estrangeiros Dramaturgia grega Teatro de Rua Domínio público Roteiros cinema, televis?o e rádio downloads Contatos Links O que vai acontecer? Um espa?o para a discuss?o da dramaturgia, coordenado por Calixto de Inhamuns, e o que anda em volta e dentro dela: teatro, cinema, televis?o, dramaturgos, textos teatrais, roteiros para cinema e televis?o, teatro nas empresas, interpreta??o, personagens, espa?os cênicos e dramáticos, encena??o, diálogos, filosofia, mitologia e literatura. Para downloads: textos teatrais; roteiros para cinema, televis?o e radio; e, estudos sobre teatro. Home A Escola Viva de Artes Cênicas de Guarulhos e a Secretaria de Cultura de Guarulhos apresentam, no CAMINHO DO ARTISTA, dia 10 de novembro de 2015, ter?a-feira,às 19 horas, a atriz de teatro, cinema e televis?o, diretora de teatro formada pela ECA/USP, produtora e agitadora cultural, Christiane Tricerri E assuntos e temas interessantes n?o faltar?o, pois, aos 16 anos, ainda como aluna no Teatro Escola Macunaíma, participou de seu primeiro trabalho teatral, “Equus”, de Peter Shafer, que, mesmo sendo um trabalho escolar, mas devido ao sucesso, fez temporada extra no Teatro Ruth Escobar. Logo a seguir, em 1981, se tornou profissional estreando em outro sucesso, “Mal Secreto”, de José Ant?nio de Souza, com dire??o de Roberto Lage. Era o come?o de um caminho construído onde os êxitos foram se sucedendo. Quase sempre envolvida em todo o processo de constru??o dos espetáculos fez “Bella Ciao”, no Grupo Arteviva de Teatro, e, no Teatro do Ornitorrinco, com dire??o de Cacá Rosset, “Ubu Folias Phisicas, Pataphisicas e Musicaes”, “O Doente Imaginário”, “Sonho de Uma Noite de Ver?o”, “A Comédia dos Erros”, “O Marido Vai a Ca?a” e “A Megera Domada”. Espetáculos — todos eles — de grande sucesso de crítica e público, alguns até no exterior, e com carreiras de no mínimo dois anos. Diante da importancia de todos estes trabalhos, e outros que fez nos últimos anos, Christiane Tricerri, certamente, é uma artista que pode falar, para os aprendizes da Escola Vida de Artes Cênicas de Guarulhos e aos interessados no fazer teatral, da importancia da inteligência, do estudo, da ousadia e da coragem – que aparecem no seu atual espetáculo “A Merda”, do italiano Cristian Ceresoli – como pilares para o desenvolvimento de uma carreira vitoriosa nas artes. NO TEATRO PADRE BENTO Rua Francisco Foot, 3 (JARDIM TRANQUILIDADE, Guarulhos – SP Informa??es: 2229-5043 ou escolaviva@guarulhos.sp.gov.br. Coordena??o de Simone Carleto e curadoria de Calixto de Inhamuns. A Escola Viva de Artes Cênicas de Guarulhos, neste mês de outubro de 2015, no projeto O CAMINHO DO ARTISTA, vai receber, com muito orgulho Umberto Magnani UMBERTO MAGNANI, ator de teatro, televis?o e cinema, produtor e administrador teatral e homem público que exerceu várias fun??es no magistério, departamentos públicos e entidades de classe. Dia 13 de Outubro de 2015, às 19 horas. TEATRO PADRE BENTO Rua Francisco Foot, 3 (JARDIM TRANQUILIDADE, Guraulhos – SP Informa??es: 2229-5043 ou escolaviva@guarulhos.sp.gov.br. UMBERTO MAGNANI é ator, formando pela Escola de Arte Dramática – EAD, produtor e administrador teatral com uma intensa atividade no teatro, cinema e televis?o desde 1968. Teve passagem importante pelo Teatro de Arena e já ganhou vários prêmios como intérprete como o Troféu Mambembe e o Molière por “Lua de Cetim” (1982), de Alcides Nogueira; o Prêmio Governador do Estado e o Troféu Mambembe por “às Margens do Ipiranga”, texto e dire??o de Fauzi Arap; e, por “Nossa Cidade”, outro Governador do Estado, em uma montagem do Grupo Tapa de 1989. Além de trabalhar em mais de setenta espetáculos teatrais (como interprete, produtor ou administrador), vinte novelas, dezessete minisséries e programas de televis?o e oito trabalhos no cinema, ainda exerceu cargos como o de Secretário de Cultura e Turismo da cidade de Santa Cruz do Rio Pardo, SP (2001 e 2002); Presidente da Comiss?o de Secretaria de Estado da Cultura de S?o Paulo (1985); diretor e um dos fundadores da Associa??o dos Produtores de Espetáculos Teatrais do Estado de S?o Paulo (Apetesp) (1972 a 1988); Professor de Teatro-Educa??o, nas Faculdades Artes Alcantara Machado FAAM/FMU (1974 A 1992); e Diretor regional em S?o Paulo do SNT (Servi?o Nacional de Teatro) e da Funda??o Nacional de Artes Cênicas / Ministério da Cultura. Atualmente, Magnani viaja todo o Brasil com o espetáculo “Elza e Fred”, com a parceira de Ana Rosa e um grande elenco, que é uma vers?o teatral do filme argentino de Marcos Carnevale, com dire??o de Elias Andreato. ROSI CAMPOS Rosi Campos, foto de Ary Brandi Rosi Campos, atriz, diretora e produtora é a convidade de setembro de 2015 do Projeto O Caminho do Artista da Escola Viva de Guarulhos Depois de Luis Alberto de Abreu, dramaturgo, Zécarlos Machado, ator, e Maria Thais, encenadora, agora é a vez de conhecer o caminho trilhado por ROSI CAMPOS, atriz, diretora e produtora, para realizar o seu trabalho no teatro, no cinema e na televis?o. Quais estudos, ferramentas e pessoas lhe ajudaram nesta caminhada? Como este sonho come?ou, como se tornou um projeto de vida e qual a avalia??o que ela faz, atualmente, do seu trabalho? Um encontro entre alguém que vive do seu fazer artístico e aqueles que se preparam para iniciar o seu caminho. Rosi Campos, jornalista formada pela Escola de Comunica??es e Artes da Universidade de S?o Paulo (ECA), come?ou sua carreira como atriz profissional no Projeto Mambembe do SESC S?o Paulo, em 1976, com o espetáculo “A Vida do Grande Don Quixote de La Mancha e do Gordo Sancho Pan?a”, dire??o de Carlos Alberto Soffredini. Daí em diante, seu trabalho foi desenvolvido em grupos teatrais como o MAMBEMBE (“Farsa de Inês Pereira”, “Diletante”, “Noite dos Assassinos”, “Foi Bom, Meu Bem?” e “Cala a Boca Já Morreu”), do qual foi uma das fundadoras, como foi do STUDIO ARTE VIVA (“Juiz de Paz da Ro?a”, “Bella Ciao”, “Círculo de Cristal” e “O Santo e a Porca”); no TEATRO DO ORNITORRINCO (“Ubu” e “Teledeum”); e, no seu Grupo atual, o CIRCO GRAFITTI (“Você vai ver o que você vai ver”, “Almanaque Brasil”, “Ifig?nia”, “O Gato Preto”, “Al?, Al?, Terezinha”). Depois de 1996, fora destes coletivos teatrais, participou de espetáculos como “Ela pensa que é normal”, “As Sereias da Zona Sul”, “M?e Gentil”, “M?os ao Alto, S?o Paulo!”, “Menopausa”, “Hamlet ao Molho Picante” e muitos outros. No cinema trabalhou nos filmes: “Arrepio” (1987), “A Caixinha do Amor”, “A Mulher do Atirador de Facas”, “Dov′è Meneghetti?”, “A Princesa Radar”, “Amor!”, “Flores ímpares”, “Ed Mort”, “O Cineasta da Selva”, “Pixaim”, “Castelo Rá-Tim-Bum” (1999), “Avassaladoras” (2002) e “Tapete Vermelho” (2006). Estreou na TV, no SBT, fazendo as novelas, “Brasileiros e Brasileiras” e “éramos seis”. Depois ficou bastante conhecida pelo público infantil por sua participa??o na premiadíssima série da TV Cultura, “Castelo Rá-Tim-Bum”. Esteve no elenco principal de algumas novelas da Rede Globo como “Cara & Coroa”, “Salsa e Merengue”, “Meu Bem Querer”, “Corpo Dourado”, “Da Cor do Pecado”, “América”, “A Favorita”, “Cama de Gato”, “Insensato Cora??o’, “Joia Rara” e “Babil?nia”. Participou, também, de minisséries como “Hilda Fura??o” e “A Casa das Sete Mulheres”. MARIA THAíS Maria Thaís, foto de Bob Souza Convidada de agosto de 2015 do Projeto O Caminho do Artista Escola Viva de Artes Cênicas Teatro Padre Bento |19 de agosto | quarta | 19h A artista convidada da programa??o de agosto é Maria Thaís, fundadora da Cia. Balagan e professora do Departamento de Artes Cênicas e do programa de Pós-gradua??o em Artes Cênicas da ECA/USP, que atuou ao longo da carreira em projetos notórios, entre eles a implanta??o e coordena??o da Escola Livre de Teatro de Santo André, na década de 1990. Fundadora da Cia Teatro Balagan. Professora do Departamento de Artes Cênicas (área de Atua??o e Dire??o) e do Programa de Pós-gradua??o em Artes Cênicas da ECA/USP. Foi diretora (2007/10) do TUSP – Teatro da Universidade de S?o Paulo. Como diretora da Cia Teatro Balagan, realizou os seguintes espetáculos: Recusa (2012/13); Prometheus – a tragédia do fogo (2011/13), Západ – A Tragédia do Poder(2006/07), Tauromaquia (2004/06), A Besta na Lua (2003/04), Sacromaquia (2000/01). Dirigiu ainda: As Cadelas (1996/97); A Serpente (1995), Os Cegos (1994), entre outros. E, fora do Brasil, a Cia. Ismael Ivo (com produ??o da Haus der Kulturen der Welt) no espetáculo Olhos d’Agua, em Berlim/Alemanha (2004) e o espetáculo Dorotéia – um estudo (2004), de Nelson Rodrigues, no Festival Intercity S?o Paulo/2004, em Firenze/Itália. Colaborou (1999 a 2006) como diretora-pedagoga com a Moscow Theatre – Scholl of Dramatic Art, Moscou/Rússia, dirigida por Anatoli Vassiliev, onde foi coreógrafa do espetáculo Ilíada, dirigida por Vassiliev. Entre as inúmeras atividades artístico-pedagógicas destacam-se: Coordenadora do Núcleo Experimental de Teatro, do Sesi (2010/12); Curadora do ECUM – Encontro Internacional de Artes Cênicas e do Centro Internacional de Pesquisa sobre a Forma??o em Artes Cênicas (Pedagogia Russa/2010 programa com o Workcenter J.Grotowski e Thomas Richards/2011); Consultora Pedagógica da SP Escola de Teatro (2010); Professora do Departamento de Artes Cênicas (1993/2002) do Instituto de Artes da Universidade Estadual de Campinas – Unicamp; Responsável (1990/92) pela concep??o, implanta??o e coordena??o do projeto Escola Livre de Teatro, do Departamento de Cultura da Prefeitura Municipal de Santo André. Ministra oficinas e cursos em vários estados do Brasil e em países comoa Itália, Col?mbia, Rússia, entre outros. é autora do livro Na Cena do Dr. Dapertutto: Poética e Pedagogia em V.E. Meierhold, Editora Perspectiva, SP, 2010. O CAMINHO DO ARTISTA com Zécarlos Machado Zécarlos Machado O Projeto, “O Caminho do Artista”, s?o encontros com o objetivo de socializar informa??es a respeito dos percursos de grandes mestres das artes cênicas. Mais importante que as grandes obras que renomados artistas construíram, para o estudante do teatro e das artes, s?o os caminhos que estes mestres percorreram para construir seu legado. Em julho o projeto convida Zécarlos Machado, ator, que trabalhou em diversas montagens, como o musical “O Homem de la Mancha” (1972), com Paulo Autran e Bibi Ferreira, “Coriolano” (1974), de William Shakespeare e “Bella Ciao” (1982), de Luís Alberto de Abreu, com dire??o de Roberto Vignati. Em 1986, ingressou no Grupo Tapa, onde participou de montagens como, “Major Bárbara”, “Contos de Sedu??o”, “Executivos”, “Vestido de Noiva”, “Corpo a Corpo”, “Doze Homens e Uma Senten?a”, entre outras. No cinema, fez diversos filmes como “Olga” (2004), “A Casa de Alice” (2007) e “A Memória que Contam” (2012). Na televis?o é mais conhecido pelo personagem do Dr. Theo, da série “Sess?o de Terapia” (2012) e, atualmente, pela personagem Seti I, da novela “Os Dez Mandamentos”, da Record. As atividades s?o gratuitas e abertas a quaisquer interessados, podendo ser agendados grupos. Curadoria e organiza??o: Calixto de Inhamuns Dura??o: 3h. Indica??o: 14 anos. Escola Viva de Artes Cênicas Teatro Padre Bento – 14 de julho de 2015 / ter?a, às 19h O ATOR E O TEATRO DE RUA Calixto de Inhamuns Alguns procuram classificar o “fazer” de um ator através de adjetivos: dramático, épico, popular, do Teatro de Rua, ou quaisquer outras características que, na verdade, limitam a arte deste profissional que tem como ofício trabalhar diante de um público. O ator, independente do espa?o cênico, gêneros ou estéticas, deve dominar o saber e o controle de ferramentas e técnicas que lhes permitam se adaptar às exigências e às circunstancias do espetáculo no qual vai participar. As ruas e pra?as s?o passagens da diversidade e o público que as frequenta n?o possui a intencionalidade de quem vai assistir a um espetáculo num local fechado com data e horário. Este público é, quase sempre, surpreendido por uma interven??o no seu espa?o, de passagem ou destino, que se transforma no espa?o sagrado do teatro. Curioso ou motivado pelos seus olhos de voyeur, ele para. Para, tenta entender o que está acontecendo e, nesse breve lapso de tempo, o ator tem que o fisgar e o prender por algo que atraia olhos e ouvidos. O espetáculo de rua é sempre uma interven??o e, por isto mesmo, inevitavelmente interativo. N?o importa que seja um encontro marcado entre um grupo de artistas e seus convidados, sempre estará por lá algum passante ou alguém que já ocupa o local pronto para reclamar ou participar, embora n?o convidado, da atividade invasora. Falar e refletir sobre a fun??o social do teatro e de algumas ferramentas e técnicas que capacitam o ator para, no ambiente fragmentado e incerto das ruas e pra?as, agir e, ao mesmo tempo, editar o espetáculo juntando as interven??es inevitáveis e os acontecimentos que está mostrando ao publico e o objetivo deste encontro. O CAMINHO DO ARTISTA Luís Alberto de Abreu Encontros com importantes artistas onde eles falam n?o só da sua obra, mas, principalmente, da sua trajetória, do caminho que percorreram até chegarem ao seu momento atual. Por que cada um escolheu o seu rumo e como encaminhou a transforma??o dos seus sonhos em projetos? O que estudaram, o que leram, quais mestres foram importantes na sua vida, qual a colabora??o da teoria e da prática na cria??o da sua obra e qual a importancia do erro e do sucesso? Refletir sobre a necessidade, ou n?o, do aprendizado do artesanato – ferramentas e técnicas básicas existentes em quaisquer profiss?es –, e se esse aprendizado foi importante, ou n?o, para o artista construir o seu caminho e a sua obra, é o principal objetivo do projeto. Luís Alberto de Abreu, foto Bob Souza LUíS ALBERTO DE ABREU Dramaturgo, roteirista e professor de dramaturgia, Luís Alberto de Abreu é autor de mais de sessenta pe?as teatrais encenadas entre as quais Bella Ciao, A Guerra Santa, O livro de Jó, Um trem chamado desejo e o Projeto Comédia Popular Brasileira com treze pe?as encenadas. Em cinema realizou, numa parceria com Eliane Caffé, o roteiro dos filmes Kenoma, Os narradores de Javé e Sol do meio-dia. Co-roteirizou, com Luiz Fernando Carvalho, a microssérie Hoje é dia de Maria, A Pedra do Reino, Alexandre e Outros Heróis e colaborou na roteiriza??o de Capitu, veiculadas pela TV Globo. Fundou a Escola Livre de Cinema, de Santo André, onde foi professor de roteiro. Organizou e coordenou o núcleo de Dramaturgia na Escola Livre de Teatro de Santo André (SP) e no Galp?o Cine-Horto, de Belo Horizonte (MG). Recebeu os prêmios Molière, Mambembe, APCA, APETESP, Panamco e Shell e teve pe?as encenadas na Inglaterra, Jap?o, Coréia e Rússia. Há mais de dez anos mantém parceria com o Grupo Balagan onde foi responsável pelas dramaturgias dos espetáculos Tauromaquia, Dies Irae, Recusa e atualmente colabora na cria??o do espetáculo Cabras. Dirige o grupo Narradores de Passagem voltado à pesquisa da narrativa e do narrador contemporaneo. ………………………………………………………………………………………… DRAMATURGIA CONTEMPOR?NEA – PALCO E RUA Os participantes do debate sobre dramaturgia acontecido no TUOV: Luis Alberto de Abreu, Nelson de Sá, Murilo Dias Cesar, Cesar Vieira e Calixto de Inhamuns TEATRO POPULAR UNI?O E OLHO VIVO CONVIDA PARA UMA REFLEX?O SOBRE A DRAMATURGIA CONTEMPOR?NEA. LOCAL: SEDE DO TUOV, RUA NEWTON PRADO 766, BOM RETIRO DATA: 18/ OUT/ 2014 àS 15 H. INSCRI??ES PELO E MAIL: teatropopularolhovivo@uol.com.br ou pelo tel: 01133311001 ……………………………………………………………………….. ……………………………………………………………. CORA??O BANDOLEIRO de José Ant?nio de Souza, Dire??o de Roberto Lage. Com Calixto de Inhamuns, Fabiano Geuli, Felipe Ramos, Luciana Ramanzini, Marco Aurélio Campos e Maria do Carmo Soares. O individualismo exacerbado do ser humano que, para atingir seus propósitos, n?o hesita em agir sem escrúpulo algum diante do outro e, muito menos, diante de si mesmo, é o mote da montagem “Cora??o Bandoleiro”, que estreou em 30 de agosto de 2013, no Teatro Cacilda Becker. Extremamente atual, o texto, de 1985, de José Ant?nio de Souza, exp?e uma parcela da sociedade que todos nós temos construído. O espetáculo, dirigido por Roberto Lage, é uma produ??o de Os Compadres que também prop?e uma celebra??o de 100 anos de história no teatro de S?o Paulo. O elenco é formado por Calixto de Inhamuns, Fabiano Geuli, Felipe Ramos, Luciana Ramanzini, Marco Aurélio Campos e Maria do Carmo Soares. O cenário, de Heron Medeiros, é um espa?o n?o-realista, desenhado por elementos que surgem e localizam a a??o que está acontecendo. Além disso, o desenho de luz, de Wagner Freire; figurinos de Luciano Ferrari e trilha sonora assinada por Aline Meyer completam o espetáculo. O espetáculo reestreia dia 04 de novembro, segundas e ter?as às 21, no Teatro Juca Chaves, rua Jo?o Cachoeira, 899 (Itaim Bibi), S?o Paulo, e ficará em cartaz, em curta temporada, até dia 19.11.2013. ………………………………………………….. Os principais coletivos do Brasil, fazedores do Teatro de Rua, se encontram para trocar experiências e discutir as suas dramaturgias. Coordena??o de Calixto de Inhamuns ……………………………………………………………………….. O Grupo Tecelagem, da cidade de Jacareí, S?o Paulo, está oferecendo uma Oficina de Dramaturgia, coordenada por Calixto de Inhamuns, com vagas limitadas. O objetivo da oficina é o estudo e a prática da escrita através do conhecimento das técnicas e das ferramenta do fazer dramaturgico, leituras e discuss?es sobre teoria e a obra dos grandes mestes e o desenvolvimento de um texto teatral por cada participante. No final, alguns textos escolhidos pelo Grupo Tecelagem e o coordenador da oficina ser?o publicados. …… Juliano Espinhos, Alexandre Krug, Amir Haddad, Júnio Santos, Simone Pavanelli, Hélio Froes, Calixto de Inhamuns, Márcio Silveira e Marcos Pavanelli Nos dia 16, 17 e 18 de Junho realizou-se, dentro do Seminário Nacional de Dramaturgia para o Teatro de Rua, uma realiza??o do Núcleo Pavanelli, o encontro dos dramaturgos, Amir Haddad (Tá na Rua – RTJ), Júnio Santos (Cervantes do Brasil / Movimento Escambo – CE e RN), Márcio Silveira (Grupo Teatral Manjeric?o – RS), Luciene Borges e Leonardo Lessa (Grupo Galp?o – MG), Hélio Froes (Nu Escuro – GO), César Vieira (TUOV – SP); Alexandre Krug (Cia S?o Jorge de Variedades – SP), Simone Brites Pavanelli (Núcleo Pavanelli – SP) e Juliano Espinhos (Vivarte – AC). No encontro se falou do fazer dramaturgico, dos procedimentos dos participantes e dos seus coletivos, das infinitas formas de ir ao encontro do público e, principalmente, das especificidades do Teatro de Rua e da inser??o deste, uma arte pública, nas pra?as e ruas do Brasil. Também estiveram presentes os integrantes do Núcleo de Dramaturgia do CPTR: áurea Kapor, Leandro Caldarelli, Luiz Carlos Checchia e Thomas Hoslegrove. …… A equipe responsável pela cria??o artística do espetáculo “As Três Casas”: Beto Magnani, assistente de dire??o, e Calixto de Inhamuns, Gabriela Rabelo e Paulo Faria autores e diretores O espetáculo “As Três Casas”, escrito e dirigido por Calixto de Inhamuns, Gabriela Rabelo e Paulo Faria, idealizado por Bri Fiocca e Cecília Magnani e produzido por S?nia Kavatan foi inspirado nos contos de Alfredo Mesquita, o fundador da EAD – Escola de Arte Dramática da USP. Três vis?es que se atropelam e se fundem para fazer “andar a carruagem (que é o projeto Tríptico Alfrediano) - como diz a parceira Gabriela Rabelo – decidindo o caminho por onde devíamos e devemos passar. Sem solavancos mas com surpresas. Surpresas mansas como costuma ser manso o nascer de um novo dia”. Uma homenagem ao Dr. Alfredo Mesquita um dos mais importantes personagens do Teatro Brasileiro. …… Calixto de Inhamuns, Rosi Campos e Maria do Carmo, atores; Ednaldo Freire, cenógrafo e ator; sentado, Luis Alberto de Abreu, autor de Foi Bom, Meu Bem? No dia santo de 13 de novembro de 2010, comemoramos 30 anos de dramaturgia de Luís Alberto de Abreu. Seu primeiro trabalho, Foi Bom, Meu Bem?, foi montado pelo Grupo Mambembe, com dire??o de Ewerton de Castro, cenógrafia de Ednaldo Freire, coreografia de Jussara Amaral, músicas e dire??o musical de Wanderley Martins e Tato Fischer com os músicos Zero Freitas, Chica Brother e Eliane Jardim. O elenco: Ana Lúcia Cavalieri, Calixto de Inhamuns, Génesio de Barros, Maria do Carmo Soares, Norival Rizzo e Rosi Campos. Que o mestre fique mais 30 anos escrevendo coisas boas. Copyright ? 2016 · Encontros de Dramaturgia Powered by WordPress · Developed by the AmberPanther team

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